top of page

NOS ACOMPANHE E NOS SIGA NAS REDES SOCIAIS

  • Instagram
  • Facebook
  • X
  • TikTok
  • Youtube
  • Soundcloud
  • Whatsapp
  • Telegram
  • Foto do escritorRedação

Índice mostra Porto Seguro com mais do dobro da taxa nacional por mortes violentas


Cidade supera números nacionais com o dobro no índice de mortes violentas

Tendo o turismo como motivo de orgulho, representando 70% da economia e município em franco crescimento, Porto Seguro na Costa do Descobrimento, com 168,3 mil habitantes, também ostenta ao mesmo tempo ser um dos motores do tráfico de drogas, da proliferação de facções e da consequente escalada da violência.


Cidade mais populosa da região da Costa do Descobrimento, teve média de mortes violentas intencionais em 2022 de 57,7 por 100 mil habitantes, segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O índice é mais que o dobro da taxa nacional (23,3) e está acima da média da Bahia (47,1) do mais recente Anuário Brasileiro de Segurança Pública (dados de 2022).


O mesmo ocorre em relação à letalidade policial, cujo índice (13,7 por 100 mil habitantes) supera em mais de quatro vezes a média nacional (3,2) e é maior também que a média baiana (10,4). O estado da Bahia teve em 2022 o maior número de mortes violentas do Brasil, e a polícia baiana superou a do Rio como a que mais mata no país. Porto Seguro está entre as mais violentas da Costa do Descobrimento, sendo Eunápolis a mais violenta da região, Itabela e Cabrália também encabeçam o ranking.


Em número absoluto de homicídios (68), Porto Seguro registrou uma taxa de mortes intencionais por 100 mil habitantes de 40,5%, bem acima da média nacional. Em setembro passado, 13 pessoas foram mortas pela polícia em três dias na região, em circunstâncias semelhantes, pela versão oficial: troca de tiros.

Comments


Role para baixo e veja mais notícias

Todos os temas tratados neste veículo de comunicação, mesmo conteúdos que expressam opinião, são obedientes ao critério jornalístico relacionado a fatos e acontecimentos, dentro do direito à liberdade de expressão, assegurado na Constituição Federal do Brasil, sem qualquer intenção ou motivação pessoal de agredir pessoa alguma, tão somente expressar de forma legítima o DIREITO de opinar sobre fatos verídicos e acontecimentos reais, no amplo exercício de um jornalismo livre e plural.

 

Antonio Marcos Nunes dos Santos

Jornalista - Registro 0006829/BA  

00_edited.jpg
PC CA.png
bottom of page