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A APLB-Eunápolis e o dilema dos pais de alunos com filhos sem aula

Atualizado: 19 de abr.


Com dois anos perdidos pela pandemia do covid-19 que deixou crianças fora da sala de aula, agora , o dilema da vez é a greve deflagada pela APLB-Eunápolis, e, diga-se por tempo indeterminado. Fora da discussão do aumento de salário que querem, apesar dos R$ 4.200,00 (Quatro Mil e Duzentos Reais) já conquistados, os pais pagam o preço dos filhos estarem sem aula; será que era necessário a greve e o prejuízo para o alunado, que amarga o pior período de toda história da educação nos tempos modernos?


O que os pais, que sonham ver seus filhos preparados para o futuro sentem ao ver que o sindicato da classe promove o esvaziamento do ambiente de educação, principalmente quando o ano é de eleições.


Sem fazer juízo de valor, não podemos acreditar que a doretoria da APLB não se sembiliza com a preocupação de cada pai, que mal ganha um salario minimo e que a todo custo mantêm vivo o sonho de um dia ver os filhos bem encaminhados na vida.


Há quem diga que o sindicato da categoria tornou-se um braço político para movimentos eleitorais, coisa que não dá para acreditar... Será?


Fato é, a causa da APLB já não parece ser mais a causa da educação.