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A bárbara morte da cantora gospel Sara Mariano e seus personagens

Atualizado: 17 de nov. de 2023

saiba como foi a dinâmica do crime

A sórdida trama diabólica para tirar a vida da cantora gospel Sara Mariano, encontrada morta com o corpo carbonizado num matagal no município de Dias D'Ávila, região metropolitana de Salvador no dia 27 de Outubro, começa a ser desvendado pela Polícia Civil da Bahia. Um dos acusados do crime bárbaro, Gideão Duarte, 33 anos, que atuava como ministro evangélico teria sido o motorista do carro que levou Sara para a morte, ele era tido como motorista de confiança da vítima, ainda segundo informações passadas pelo advogada da família de Sara Mariano, Gideão teria entregue a cantora a Zadoque.


O corpo da cantora foi localizado no dia 27 de Outubro carbonizado às margens da BA 093, nas proximidades de Dias D'Ávila, sendo que ficou desaparecido por 3 dias. Desde o dia 24 Sara estava desaparecida, quando foi entregue a Zadoque por Gideão.


O bispo Zadoque e o ministro do evangelho Gideão Duarte foram presos entre a noite da última terça-feira (14) e a manhã desta quarta-feira (15) por suspeita de envolvimento na morte da cantora evangélica Sara Mariano.

O primeiro a ser preso foi o bispo Zadoque, que também se define nas redes sociais como músico e compositor. Ele teria informado à polícia que Gideão teria envolvimento no crime, levando à prisão do ministro do evangelho, que também é músico.


O primeiro e principal suspeito pela morte de Sara Mariano é Ederlan Mariano, companheiro da pastora. Ele foi preso no mesmo dia que a vítima foi encontrada morta. Inicialmente, foi divulgado que ele confessou o crime, mas a defesa nega. Ele alega ser inocente.


Amizade suspeita

Ainda segundo o advogado da família da vítima, Marcus Rodrigues, o bispo e o marido de Sara nutriam uma forte amizade. Informações que correm nas redes sociais apontam que a amizade se tratava de um caso amoroso, mas Marcus pondera que a informação ainda não foi realmente confirmada.

Marcus também esteve na delegacia e afirma que os dois suspeitos já devem ter sido ouvidos pela polícia, mas o conteúdo do interrogatório ainda não foi compartilhado pela investigação.


O quarto envolvido e que foi revelado

Na quinta-feira (16), no período da tarde, um quarto envolvido na morte da cantora Sara Mariano confessou o crime e detalhou a ação, durante depoimento cedido na Delegacia de Dias d'Ávila, que investiga o caso. Segundo a informação divulgada pela TV Bahia, Victor Gabriel Oliveira, de 24 anos, foi intimado ao longo das investigações e era esperado pela polícia. De acordo com o advogado de defesa Marco Pavã, o cliente contou que estava no carro com Wesley de Jesus, também conhecido como Bispo Zadoque, e com Gideão Duarte, que dirigia o veículo. Até quarta (15), o cliente afirmava ser inocente e não ter tido participação no crime.


Ainda segundo o advogado, o mandante do crime foi Ederlan Mariano e tudo começou a ser arquitetado em setembro. O produtor teria sido motivado por mensagens indicando que a esposa estaria o traindo e pagou a Victor (R$500), Zadoque (R$900) e Gideão (R$600) a quantia de R$2 mil para cometerem o crime. Além disso, também foi prometido investimento na carreira de cantor de Zadoque e R$15 mil a serem distribuídos entre o trio. Em áudios divulgados pela família, Sara Mariano chegou a contar para um parente que tinha R$15 mil guardado e que o marido sabia da existência do dinheiro, mas desconhecia o local onde estava escondido.


O inquérito policial deve revelar que a culpa dos suspeitos será confirmada pelo trajeto carro registrado pelo GPS, mensagens entre os suspeitos, câmeras de segurança que captaram eles no carro e com Sara Mariano.


Conforme o relato de Victor Gabriel, ele teria segurado Sara Mariano enquanto Bispo Zadoque esfaqueava a cantora gospel. O suspeito não detalhou sobre quem teria incendiado o corpo da vítima, mas seu advogado confirmou que Zadoque teria sido o culpado pela carbonização. A cantora lutou por sua vida e por isso seu cliente teria sido chamado para segurá-la, enquanto Gideão teria sido apenas o motorista.


A defesa detalhou ainda que Victor e o Bispo Zadoque se conheciam há cerca de três meses, por meio da igreja que frequentavam, na cidade de Camaçari, e que Ederlan não estava presente na hora do crime. Victor Gabriel foi liberado após depoimento. Marco Pavã esclareceu que não havia mandado de prisão contra ele, possibilitando que responda em liberdade.

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Antonio Marcos Nunes dos Santos

Jornalista - Registro 0006829/BA  

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