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A conveniência do Covid-19 pós eleitoral, brincam com a 'cara' do povo


A pandemia do novo coronavírus, que levou milhares de milhares de pessoas aos hospitais por todo mundo em um sem fim de óbitos, decorrentes da doença covid-19, serviu para nos ensinar muita coisa, mas há situações que não se explicam. Um ano atípico, onde, a população mundial se viu diante do maior desafio de saúde global, que, sofreu com o desconhecido; obrigou aos líderes mundiais adotarem medidas de emergência para cuidar dos infectados e prevenir quem ainda não havia se infectado; mas o que isso tem a ver com o título dessa matéria...? Simplesmente, tudo. No Brasil, onde, o alarde da grande mídia, contabilizando tudo, há denúncias, que várias outras patologias viraram covid-19, despencando mortes por outras causas e explodindo os boletins do novo coronavírus, ficamos reféns de uma briga política no escuro, onde de um lado estava Bolsonaro que queria a normalidade e do outro um ministro fanfarrão que queria a mídia pra si, ou seja, o povo foi chacoalhado de um lado para o outro, num campo de batalha onde a corrupção desviou dinheiro da saúde para combater a doença 'made in china', enquanto respiradores com preços estratosféricos, em certos casos até fantasma, como aconteceu na Bahia, no governo Rui Costa (PT), eram vendidos justamente pela china, além, claro, de também saírem na frente com a vacina, lógico! Mas, vamos lá, vou falar das eleições agora, ou seja, as eleições municipais, quem aglomeraram, explodiram nas ruas, e os críticos ao presidente da república que era acusado de aglomerar, silenciaram, enfim eram as eleições, o assunto é outro, até o famigerado vírus tirou umas férias, quase não se ouvia falar no assassino, no entanto, as eleições passaram, agora é hora do novo alarde, até porque já passou o período eleitoral, e é hora do assombro, quero dizer, amplificar cada caso; é hora do Bonner e da Renata no JN fazer aquelas 'caras', enfim, os artistas lacradores que mamavam na Rouanet, magoados, claro, afinal vão ter que se virar, começarem novamente os videozinhos do 'fique em casa'. Para resumo da ópera, isso não tem nada com a doença, tudo fez parte de uma orquestração midiática e imoral, afinal, pessoas morreram, outras tantas sofreram, e a saúde foi vítima da corrupção e imperou o show dos horrores, sabes Deus para atender a quê...

A doença é séria, grave e mata, no entanto o circo montado matou mais que o vírus, a conveniência das eleições que o diga.

Simples assim...


Antonio Marcos Nunes dos Santos