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Assalto em Criciúma - Polícia brasileira sem preparo para fator surpresa


O assalto na madrugada de terça-feira (01) na cidade de Criciúma, Santa Catarina, teve modus operandi, muito parecido com o ocorrido em Eunápolis, Bahia, em março de 2018 a uma empresa de valores, a ocorrência serve para mostrar a fragilidade da polícia brasileira diante do fator surpresa e do armamento no mundo do crime. Bandidos fortemente armados, diga-se, com armas de guerra e tática paramilitar, invadiram a cidade de Criciúma no Estado de Santa Catarina, assaltaram uma agência bancária numa ação cinematográfica, a exemplo do que houve na cidade baiana, usaram inocentes como reféns, atearam fogo em veículos e fizeram barreiras que inviabilizaram a ação da polícia. Mais de 30 indivíduos armados tornaram a noite dos moradores de Criciúma um terror, com bandidos armados com armas de grosso calibre, como fuzis 556, 762 e até .50, capaz de perfurar blindados e ser usada como armamento antiaéreo.

A polícia brasileira, na sua maioria não recebe treinamento para situações tão extremas como essa, além das armas usadas por policiais servirem apenas de figuração diante do poder bélico dos bandidos. Os governos estaduais devem investir nas forças policiais, principalmente em treinamento de elite e armas capazes de fazer o enfrentamento ao crime, cada vez mais letal.