top of page

Vem tomar café,

clique na xícara

PodCast Café com Antonio Marcos

Oi, ative o som clicando no ícone volume

Instagram

Cláudia Oliveira entre a realidade e a ficção

  • Foto do escritor: Redação
    Redação
  • 6 de fev.
  • 1 min de leitura


Estamos aqui outra vez num ano eleitoral ao avizinhar da eleição de presidente, governador, senador e deputados federerais e estaduais, em que pese particularmente a representação na Assembleia Legislativa baiana, com os candidatos a deputado(a) estadual, uma vez que, muitos nomes aparecem nesse período como filme de ficção, iludindo o eleitorado e depois todos descobrem que nada era realidade.


É preciso que o eleitor saiba diferenciar a realidade daquilo que não é real, e um bom exemplo para definir isso é a forte e inconteste atuação da deputada estadual Cláudia Oliveira (PSD), que serve como parâmetro nesse divisor do que é real daquilo que não passa de ficção, uma vez que, seu papel como parlamentar vem mostrando que sua atuação na Assembleia Legislativa a coloca como uma representante real com poder de fala; dando ao parlamento baiano uma das mais atuantes deputadas da história.


Irrequieta e dinâmica, a deputada Cláudia Oliveira tornou-se a porta-voz das demandas regionais no governo do Estado e figura intransigente na busca por soluções para o clamor da população. De outro lado, percebe-se que muitos arranjos políticos estão sendo montados para fabricar candidaturas de aventureiros que representam a velha política.


O povo deve se atentar e não permitir que as manobras das velhas raposas venha desconstruir a representação de um povo que agora conseguiu ter voz e vez, graças a irretócavel atuação de uma deputada acima da média.

Role para baixo e veja mais notícias

Todos os temas tratados neste veículo de comunicação, mesmo conteúdos que expressam opinião, são obedientes ao critério jornalístico relacionado a fatos e acontecimentos, dentro do direito à liberdade de expressão, assegurado na Constituição Federal do Brasil, sem qualquer intenção ou motivação pessoal de agredir pessoa alguma, tão somente expressar de forma legítima o DIREITO de opinar sobre fatos verídicos e acontecimentos reais, no amplo exercício de um jornalismo livre e plural.

 

Antonio Marcos Nunes dos Santos

Jornalista - Registro 0006829/BA  

00_edited.jpg
café com Antonio Marcos
bottom of page