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  • Antonio Marcos Nunes

Crescimento de crimes bárbaros em 2021 assusta a região


As notícias das barbáries que estampam as páginas policiais virou rotina em toda região. À luz do dia, ou a qualquer hora e em qualquer lugar, marginais atiram impiedosamente, com armas potentes e de grosso calibre.

Os assassinatos estão na sua esmagadora maioria ligados a guerra de facções pelo controle do tráfico de drogas nas cidades.


A cidade de Belmonte, na Costa do Descobrimento tem vivido dias de terror, onde impera a voz do medo. Desde janeiro deste ano, onze mortes violentas já foram registradas na cidade, antes conhecida por sua tranquilidade.


A forte presença do tráfico de drogas e o vínculo de organizações criminosas da Bahia com outras ainda mais fortes, a exemplo do CV (Comando Vermelho), grupo criminoso carioca e o PCC (Primeiro Comando da Capital), esta paulista, tem sido o desafio da polícia baiana no enfrentamento a nova realidade.


Porto Seguro, registrou na sexta-feira (04), mais um assassinato com extrema violência, este, de um casal, no horário de plena atividade comercial, no centro da cidade, onde, atiradores alvejaram o homem que aguardava a esposa em seu carro, e em seguida a mataram no provador de uma loja.


O crescimento nos índices de violência com mortes bárbaras, ligadas a disputa por território do tráfico na oitava região, acende a luz amarela para esta realidade não chegar ao cidadão que não tem envolvimento com a criminalidade, seja por bala perdida; grau de parentesco com familiar no mundo do crime, ou outras situações, onde o tribunal do crime não faz exceções.