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  • Antonio Marcos Nunes

Custo-benefícios foram as razões que Eunápolis ficou fora da Policlínica, disse prefeita em rádio


Em entrevista concedida à Rádio 104 (Vida) FM, no início da tarde desta sexta-feira (16), a prefeita Cordélia Torres afirmou que o Município de Eunápolis não vai aderir ao Consórcio Intermunicipal de Saúde (Cis) da Costa do Descobrimento.

Apesar da iniciativa do Governo da Bahia está situada na cidade, e parecer estruturada, do ponto de vista de marcação, transporte e rateio das cotas, com uma gama de procedimentos, entre consultas e exames médicos, Eunápolis iria arcar com um valor anual de quase R$ 2 milhões para contar com os mesmos serviços de saúde oferecidos atualmente pelo município. Além disso, existe ainda a clara indicação quanto a redução na oferta de serviços, a exemplo de exames de tomografia computadorizada. Enquanto o município hoje realiza uma média de 200 por mês, a Policlínica do Consórcio ofereceria apenas 92 exames mensais desse tipo. Em 2017, quando houve a adesão de Eunápolis, a realidade era outra e hoje não há razão do município se integrar ao Consórcio.


Diferente do que foi noticiado, a decisão de não aderir novamente ao Consórcio Intermunicipal de Saúde é de caráter técnico, racional e, visa direcionar melhor os recursos que serão investidos exclusivamente para os cidadãos e contribuintes eunapolitanos, disse a prefeita Cordélia Torres. “Para valer a pena, o Consórcio deveria ser um grande reforço para a saúde municipal, mas, na verdade, é um equipamento cujo custo-benefício não agrega para o nosso munícipe”, completou.


Comunicação.