BANNER-INTERNET-728-x-90.gif
Leia Também
  • Antonio Marcos Nunes

Eleição de Bebeto Gama representa resgate MORAL da política belmontense


Depois de 30 anos sendo massa de manobra de dois velhos caciques da política em Belmonte, os belmontenses podem moralizar a relação dos seus eleitos com o eleitorado. A polarização política no município, onde dois nomes aparecem para concorrer às eleições neste anos de 2020 ao cargo de prefeito, tendo de um lado o pré candidato da aliança iedistas e janistas, com Iêdo Elias (PSD), representando a união dos grupos, e doutro lado Bebeto Gama (PP), que em suma aparece para moralizar o relacionamento com a consciência eleitoral na cidade, por ter sido escolhido pelo próprio povo em consulta popular. Talvez esse seja um momento único para o povo belmontense moralizar a política, onde, um pré candidato escolhido pelo povo vença o poderio econômico e a união das duas forças políticas que conduzem os rumos da cidade a décadas. O atraso e o retrocesso deixaram Belmonte como o patinho feio da Costa do Descobrimento, apesar da sua beleza natural e seu patrimônio histórico e cultural, tudo em função da postura adotada pela política massacrante adotada pelos dois caciques, que desde sempre usaram a máquina pública para se manterem no poder, se revezando, ora um, ora outro; tudo para não deixarem espaço para o novo, para alguém que faça a diferença.

A hora da escolha para os rumos de Belmonte pelos próximos anos chegou, e sua gente deve pesar na balança do tempo, o quanto foi perdido nestes 30 anos, onde Iêdo Elias e Jânio Natal impuseram o que quiseram para o povo. O retrato dessa relação onde a população pagou um preço alto está na última escolha, que elegeu Jânio Natal prefeito e ele no apagar das luzes à meia-noite jogou no colo do irmão o governo da cidade, ou melhor o desgoverno, e agora a população da cidade assiste novamente outro jogo de cena, mas, a lição ficou, e agora só resta para esse povo honrado tirar as lições do passado para refletir e não repetir os mesmos erros e, para se fazer justiça, nada melhor que a resposta do próprio povo, o VOTO!