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  • Antonio Marcos Nunes

Eunápolis - A construção da estrutura certa para uma gestão bem sucedida exige paciência


Depois de várias publicações fazendo referência a gestão dos 100 dias da prefeita Cordélia Torres (DEM) em Eunápolis, dentro e fora do governo a prefeita foi avaliada, no entanto, tudo na verdade, não passa de avaliações prematuras, ineptas e despropositadas.


100 dias nunca foi, nem nunca será a bússola de nenhuma gestão, e em particular, na cidade, onde durante quase duas décadas foi criado um círculo vicioso abastecido com dinheiro público, criando a cultura do favorecimento pessoal, em detrimento da governabilidade, não se pode usar a tal metáfora dos subjetivos tais 100 dias, tão farreado por uns e dissecado por outros.


Fica visível, (isso quando se tira a viseira da politicagem), que a gestão quer acertar, e enxugar a máquina pública para fazer a administração fluir, razão que encontra resistência, porquanto, como foi dito, a cultura era a da vantagem pessoal, e, impor um modelo que priorize a municipalidade, arrepia interesses alheios às demandas do povo, causando o disse-me-disse contra a gestão. Daí, os críticos dos tais 100 dias, que não quer dizer coisa alguma, afinal, quem assumiu em 1º de janeiro de 2021 tem até 31 de dezembro de 2024, ou seja, 1.460 dias, assim não passa de idiotice o frisson negativista dos 100 dias.