BANNER-INTERNET-728-x-90.gif
Leia Também
  • Antonio Marcos Nunes

Eunápolis| E agora José?Como ficam os 20 mil alunos sem aula?


Ato da APLB na tarde de segunda-feira no centro de Eunápolis

O Sindicato dos professores de Eunápolis-APLB, está com a categoria em greve, mesmo com reajuste dado pela prefeitura que eleva o piso salarial dos educadores para R$ 4.200,00 (Quatro Mil e Duzentos Reais), considerado um dos mais altos da Bahia.


Sem entrar no mérito da questão, quem está pagando o alto preço dessa conta são os alunos que têm o seu direito constitucional de ir à escola e lá ter um professor para transmitir conhecimento, totalmente tolhido. Pais e responsáveis estão revoltados com o impasse, e reclamam da entidade de classe, que se mobiliza para aumento de salário, mas quase nunca por uma escola de qualidade, bastando apenas ter o salário a contento, que, a categoria se acalma, enquanto o município tem um dos piores IDEB (Índice que analisa a qualidade do ensino básico) da Bahia e do Brasil.


O que os pais, que já viram seus filhos retrocederem com dois anos de total atraso na educação quer. é que a discussão vá para a mesa de negociação e que nas salas de aulas seus filhos e filhas possam está vivendo o dia-a-dia do aprendizado.


Ninguém desmerece a causa dos educadores, no entanto, é toda uma geração que está em jogo, são crianças que estão vivendo o pior momento da história moderna na educação, diante do cenário que a humanidade viveu com a pandemia, onde as perdas, envolveram, desde as muitas vidas perdidas, até o universo do conhecimento.


Vale ressaltar que em outros municípios o ato grevista da categoria já foi considerado ilegal, e a justiça já ordenou o retorno e normalidade das aulas.