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  • Antonio Marcos Nunes

Facções criminosas impõem banho de sangue no Extremo Sul, domínio do tráfico


A guerra do tráfico no Extremo Sul, com a comercialização de drogas no sub mundo do crime e a disputa pelo domínio dos "negócios" vem tonificando de sangue o chão dessa região da Bahia. Porto Seguro viveu a poucos dias uma escalada de mortes decorrentes da disputa pelo comando do tráfico na cidade, outros municípios, como, Teixeira de Freitas, Eunápolis, Itamaraju, Belmonte, enfim, cidades de toda região, independentemente do tamanho e população vivem o drama da criminalidade crescente e assustadora. Umas em maior proporção que outras.


Facções Perigosas do Rio de Janeiro atuando na Bahia

Facções violentas com origem no Estado do Rio de Janeiro é motivo de preocupação para a polícia baiana, com informações de suas associações com outras facções do Estado da Bahia. Recentemente uma operação policial bem sucedida entre as forças policiais baiana e carioca prenderam um dos chefes do tráfico na Bahia, Vado gordo, acusado de vários crimes, vivendo uma vida de luxo no Rio de Janeiro. Criminosos do Rio de Janeiro estariam associados a criminosos baianos para fortalecer os vínculos criminosos.


Tribunal do crime e mortes com requinte de crueldade

O Tribunal do Crime, imposto pelos criminosos a todos que fogem às regras das facções é normalmente alimentado por requinte de crueldade extrema e de barbaridades, a exemplo de decapitações, fuzilamentos, esquartejamentos e queimar pessoas vivas.


O Estado e a sua política de Segurança Pública

O efetivo policial da Bahia para cobertura de todos os 417 municípios baianos e a efetiva segurança do cidadão está longe de ser o suficiente, ficando em cerca de 30 mil policiais para uma população, segundo IBGE 2020, de 14.930.634 (quatorze milhões, novecentos e trinta mil e seiscentos e trinta e quatro habitantes), ou seja, um policial militar para 500 habitantes, e isso sem considerarmos que a Salvador, região metropolitana e cidades maiores concentram boa parte desse policiamento, restando aos municípios viverem mendigando segurança pública.