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  • Antonio Marcos Nunes

Gestão Cordélia construiu a alvenaria, agora a casa será edificada


Agora a casa será edificada

A prefeita de Eunápolis, Cordélia Torres (DEM), pode ser comparada a uma engenheira que aceitou o desafio de começar da alvenaria a reconstrução de uma casa destruída por um bombardeio, diga-se de corrupção, e tudo em tempo recorde. A gestora assumiu em janeiro de 2021 a administração pública de uma das cidade mais ricas da Bahia, encontrando uma terra arrasada, com toda máquina pública destruída, sucateamento total, impossibilitando qualquer tipo de governança, e, ainda o anseio imediato da população para ter respostas aos mais diversos problemas, herança de um período de escuridão e trevas da administração pública que perdurou por quase 20 anos, regados a escândalos de roubo do dinheiro público, operações da polícia, prisões de ex-prefeitos, conhecidos como "casal fraterno" e vícios que detonaram a governança, jogando no colo da atual gestora a responsabilidade de começar da base a reconstrução da cidade.


Prefeita durante entrega de títulos do REURB dando o direito de posse a donos de imóveis residenciais

Passados 12 meses, com muito esforço, quitando inúmeras dívidas para habilitar o município a receber recursos para obras, vencendo as barreiras, e, ainda situações como a pandemia e a catástrofe climática que arrasou quase todas as ruas em dezembro passado, a gestão da prefeita Cordélia enfrentou e enfrenta de cabeça erguida o desafio, e depois de um período construindo a alvenaria, agora o governo se prepara para edificar Eunápolis. Obras de infraestrutura como pavimentação e urbanização, estão inseridos no mais audacioso projeto já imaginado para uma cidade baiana, que envolve avanços