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Gestão Robério Oliveira estagnou Eunápolis e lançou cidade no retrocesso


O governo do prefeito Robério, iniciado em 2017 representa um retrocesso para a décima sexta cidade em população na Bahia, com aproximadamente 113 mil habitantes (IBGE) a 644 km da capital, Salvador. Os quatro anos que está por se completar, trouxe grave prejuízo político e administrativo para um dos mais importantes municípios baianos. O município que só em 2019 arrecadou mais de 275 Milhões de Reais e deve totalizar nos quatro anos do governo Robério mais de 1 Bilhão de Reais, sem contabilizar recursos provenientes do combate a pandemia do covid-19. A cidade que é uma das maiores economias do Estado e tem um comércio pujante, que abastece a oitava região baiana e o norte de Minas Gerais, tem problemas inaceitáveis para um município tão rico economicamente, acentuando-se, problemas estruturais, de saúde pública, educação e de governança. A saúde no município é deficitária, diante do que poderia oferecer, com várias denúncias da população pelo baixo nível na qualidade da saúde ofertada ao cidadão; outro grave problema do atual governo é a educação pública, que deixou de valorizar profissionais de educação e investir na área, como, readequação e reestruturação de escolas; a governança inteiramente comprometida por razões alheias a administração pública, a exemplo do afastamento por cinco meses do gestor sob acusação de desvios milionários contabilizando mais de 200 Milhões de Reais, segundo a PF, e ainda as questões judiciais envolvendo o gestor. Enfim, é imensurável as perdas administrativas e políticas para os eunapolitanos sob o governo do prefeito Robério Oliveira.