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  • Antonio Marcos Nunes

Governo da Bahia anda em círculos e sem rumo, só restou governar com discurso na pandemia


Apesar dos vultuosos volumes de recursos transferidos pelo governo federal destinados à Bahia, para conter o avanço do covid-19, o governo baiano fracassa na sua política sanitária de combate ao novo coronavírus, SARS-CoV-2.

A gestão Rui Costa (PT), anda em círculos, e sua comprovada inabilidade para lidar com o problema, tendo destaque no CONFINAMENTO (Lock Down), que parece não ter dado resultado, antes criou-se uma 'bolha' que levou e tem levado várias empresas à ruína, destroçando o comércio, gerando falências, desemprego e agravando ainda mais a crise, amplificando uma questão sanitária com uma aguda crise na economia de várias cidades em todas as regiões da Bahia.


De saída do governador baiano, uma vez que não concorrerá para o governo do Estado em 2022, Rui Costa, deixará para quem o suceder, uma Bahia que precisará ser reerguida dos escombros, herdados de uma gestão fadada aos 16 anos de retrocesso, oito do ex governador Jaques Wagner e os oito do governo Rui Costa.


A pandemia que surpreendeu o planeta, trouxe uma realidade nunca antes imaginável, e com tal realidade, ficou patente o jogo político, situação acentuada agravada em lugares onde imperou a demagogia, com a desculpa de salvar vidas. A Bahia com seu governo polarizado, encapuzado com a falsa ideia de cuidar de vidas, na verdade viu na pandemia o víeis político para explorar a morte com cabo eleitoral, em nome de um projeto de poder, embora, as eleições municipais 2020 mostraram que míngua com a hemorragia das urnas a força que o PT imaginava ter no maior Estado nordestino.


Em resumo, a Bahia precisa ser salva.

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