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Governo da Bahia está na fronteira do caos; queda de secretários e corrupção


O governo do petista Rui Costa naufraga numa crise sem volta. Envolvido no escândalo dos respiradores milionários que jamais salvaram uma única vida, com a consequente queda do homem forte do governador, o ex secretário da Casa Civil da Bahia, Bruno Dauster, em junho deste ano, no momento mais agudo da crise de saúde causada pela pandemia do novo coronavírus, causada pelas milhares de mortes, enquanto, investimento de R$ 9,6 milhões em equipamentos (respiradores) jamais atendeu nenhum baiano que perdeu a vida.

Recentemente o secretário de segurança pública do governo Rui Costa, Maurício Teles Barbosa, mais precisamente na segunda-feira (14) foi afastado e logo exonerado de suas funções, sob acusação de ser peça chave na certeza de impunidade, no esquema criminoso de venda de sentenças no TJ-BA, numa orquestração criminosa que envolvia desde desembargadores, juízes, advogados, e até servidores do judiciário baiano, ainda, uma rede de agenciadores a serviço do crime, revelados pela Operação desencadeada pela Polícia Federal, batizada de 'FAROESTE'. Além de Maurício, também foi exonerada, sob a mesma acusação, Gabriela Caldas Rosa de Macedo, que era chefe de gabinete da pasta.

O cenário na órbita do combalido governo Rui não é nada animador, além de acachapante derrota que seu partido, o PT, teve em todo Estado, num prenúncio que a era petista à frente do governo baiano tá fadada ao fracasso, além de ainda haver investida política diante de possíveis novos fatos envolvendo a gestão estadual. Vale lembrar o exemplo Witzel no Rio de Janeiro.