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Hotéis, restaurantes e mansões na mira de indigenistas


Denúncias tem percorrido o Brasil, acerca de vendas de terrenos na Aldeia Indigena do Xandó, da Etnia Pataxó, localizado no Extremo Sul da Bahia, em Caraíva, município de Porto Seguro. O mesmo o ocorre em regiões como Cumuruxatiba, Corumbau, Trancoso, Arraial D'ajuda, e todo litoral do Extremo Sul.


A região vem sofrendo com invasões de terras, com o pretexto de que são terras de ancestrais dos povos indígenas. Invasões com muita violência, tem causado pânico na região. Mas um questionamento surgiu, após denúncia que os Caciques estão vendendo terrenos em área litorânea, por valores milionários.

Pousadas e mansões estão sendo construídas dentro de áreas da União, áreas destinadas aos Indígenas. Fica o questionamento: Se os indígenas são os guardiões da natureza, os protetores da mata, por que eles estão desmatando e vendendo o seu território? E por que eles querem mais terras? Para vender?

Onde está o Ministério dos Povos Indígenas, Ministério do Meio Ambiente, Funai e Ibama?


A notícia tem se espalhado em outros estados brasileiros e até fora do país. Após a repercussão, o tema será debatido em Brasília.

Essas propriedades são legais? Os investimentos hoteleiros e qualquer outro nessas áreas devem ser demarcados? Os riscos agora são grandes, e os investidores podem perder suas propriedades, seguindo a lógica indigenista que vem crescendo.


Por via41

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Antonio Marcos Nunes dos Santos

Jornalista - Registro 0006829/BA  

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