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Loredano fala em avanços para Cabrália e diz que cidade pode ser polo de agricultura


Loredano Júnior é advogado e político em Cabrália

Muito se fala em Cabrália em desenvolvimento de um “Polo Industrial” aqui nas redondezas da sede do município. Nada pode ser mais equivocado. O isolamento e a distância da cidade em relação as BR’s que são eixos de transporte, no nosso caso da BR 101, inviabilizam qualquer tentativa neste sentido. Há aproximadamente 30 anos, um grande empresário local tentou implantar um Polo Industrial em Porto Seguro, na BR 367, próximo ao centro de convenções. Óbvio que não deu certo. Mesmo naquela localização, nas margens da BR 367, o simples fato de estar a 60 KM do eixo de circulação direto de caminhões e carretas, BR 101, acabou inviabilizando completamente o empreendimento, que em 30 anos recebeu um ou dois galpões, e por fim o proprietário o transformou em um loteamento residencial.


Imagina então um “Polo Industrial” em Cabrália em algum bairro interior como Tânia por exemplo, onde se fala muito. Não tem a menor chance de dar certo. Com este valor de combustível então, praticado na região, a chance é zero.


Muito melhor faria a administração, se, os mesmos esforços e o mesmo tempo fosse dedicado a achar soluções para apoio a uma das nossas maiores riquezas, que é a agricultura.

Melhor faria a gestão se as áreas recebidas em dação em pagamento de impostos, fossem utilizadas para desenvolvimento de um “Polo de Agricultura”, com implantação de galpões coletivos de armazenamento de grãos, máquinas coletivas de secagem de café, oficinas mecânicas que pudessem dar suporte mais próximo aos produtores, dentre outros equipamentos que pudessem servir para diminuir o custo do produtor de Cabrália, tudo isto amparado por apoio técnico com pelo menos técnicos em agronomia, zootecnia, veterinários e por ai.


A verdade é que temos uma economia muito sub aproveitada no campo, e ai invés de se buscar fortalecer o que temos de real, busca-se, sem o mínimo estudo de mercado e possibilidades, criar uma improvável base econômica lastreado em um “Polo Industrial” que, parafraseando um amigo, “não tem perigo de dar certo”.


Melhor dispor dos recursos e terrenos que o Município recebe em pagamento para montar uma estrutura de apoio ao agricultor de nossa cidade, em especial o pequeno agricultor, que luta completamente desamparado para por alimento na nossa mesa.


Fica a dica.


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Antonio Marcos Nunes dos Santos

Jornalista - Registro 0006829/BA  

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