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Mais uma gigante do varejo anuncia que está endividada e entra com pedido de recuperação extrajudicial

Casas Bahia (BHIA3) (foto: divulgação)


 

O Grupo Casas Bahia (BHIA3) anunciou, neste domingo (28), um pedido de recuperação extrajudicial. No comunicado, a empresa afirma que dá continuidade ao Plano de Transformação anunciado ao mercado por meio de fato relevante em agosto do ano passado.

Durante a tarde deste domingo (28), a Casas Bahia (BHIA3) assinou um contrato com seus dois principais credores, o Bradesco e o Banco do Brasil, que detêm em conjunto 66% das dívidas que serão incluídas no processo de recuperação extrajudicial, estabelecendo todos os termos e condições necessárias para a operação.

Para que o pedido seja aprovado, é necessário um quórum mínimo de 50% mais 1 dos credores envolvidos.


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Esse mecanismo, mais simples se comparado à recuperação judicial tradicional, permitirá que a varejista reestruture suas dívidas e reduza seus custos financeiros de forma significativa.


Casas Bahia (BHIA3) mira em alívio financeiro

De acordo com as fontes, o pedido já conta com uma aprovação antecipada, minimizando praticamente todos os riscos inerentes a esse tipo de processo.

A recuperação extrajudicial abrangerá apenas as quatro debêntures que a Casas Bahia possui no mercado, além das CCBs (Cédulas de Crédito Bancário) que mantém com o Bradesco e o Banco do Brasil.

O montante total dessas dívidas é de R$ 4,1 bilhões, sendo que as CCBs representam R$ 2,2 bilhões desse valor total.

Além disso, o Bradesco e o Banco do Brasil também possuem R$ 500 milhões em debêntures da Casas Bahia por meio de suas assets, totalizando os 66%.

A empresa também possui outros R$ 5 bilhões em operações de ‘risco-sacado’ e CDCIs (Certificados de Depósito de Crédito Imobiliário), utilizados para financiar seu crediário.


A estratégia de pagamentos do Grupo Casas Bahia (BHIA3)

Ainda segundo as informações da reportagem mencionada acima, fonte próxima à Casas Bahia (BHIA3) revelou que a operação de recuperação extrajudicial (RE) trará um alívio significativo ao caixa da empresa.

Isso se dará principalmente pela extensão do prazo médio das dívidas, aumentando de 22 meses para 72 meses, e pela redução expressiva do custo financeiro, estimada em 1,5 ponto percentual.

Ao contrário de uma recuperação judicial, a recuperação extrajudicial tem um escopo mais limitado, não afetando as demais dívidas da empresa, que continuarão a ser pagas normalmente.

Ademais, a recuperação extrajudicial não impactará a relação da companhia com seus fornecedores e clientes, além de ter uma duração consideravelmente mais curta. A expectativa é que o processo seja concluído em um período de 1 a 2 meses.


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Antonio Marcos Nunes dos Santos

Jornalista - Registro 0006829/BA  

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