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Mesmo em ritmo lento nova gestão tenta se encontrar


Alegando ter encontrado o município em situação de desgoverno e sem direcionamento administrativo, prefeita e secretariado viveram um janeiro dentro do caos. Sem um formato definitivo, embora já foram feitas as nomeações de boa parte do secretariado e pessoas de sua confiança para os cargos das principais assessorias e chefias, a prefeita Cordelia Torres (DEM) monta sua equipe para enfrentar os desafios de gerenciar uma cidade com os mais complexos problemas e as mais gritantes necessidades.

Decretada a situação de emergência, sob o discurso de não ter como governar diante do cenário encontrado, tendo, um primeiro embate com o pagamento dos servidores, deixados sem os vencimentos de dezembro pela gestão anterior, virando troca de farpas entre quem saiu da gestão e quem entrou, acusando-se mutuamente sobre valores deixados ou não para quitar com o funcionalismo, e, a população atônita diante dos fatos. A prefeita Cordélia, pode e deve ter até bons planos para Eunápolis, afinal seu calvário até chegar ao -palácio do governo- não foi nada fácil; fica óbvio um início de governo diferente daquilo que os eunapolitanos que lhe deram os quase trinta mil votos esperavam, entretanto é muito cedo para aferir o futuro da atual gestão. Muita gente que está fazendo parte da governança nas primeiras águas, certamente deve perder seus postos, e trocas deverão acontecer, no entanto, a realidade da administração de Eunápolis exige que se conheça de perto a enormidade dos problemas de se governar uma cidade com a envergadura que tem esse município. Os cantos e recantos, suas peculiaridades e a realidade de cada célula de um município que respira seus anseios e, que colocou sua expectativa na administração de Cordélia Torres, e diga-se, a mulher não pode falhar, afinal, sobre seus ombros repousa a confiança das urnas.