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  • Foto do escritorRedação

Mortes no tribunal do crime em Eunápolis revelam a realidade do tráfico de drogas

Eunápolis reflete o poder do tráfico e a insegurança pública

O mais recente episódio envolvendo a disputa pelo controle do tráfico de drogas em Eunápolis, mostra a realidade enfrentada pelas comunidades, e o poder das organizações criminosas em impor suas regras, sob pena do não cumprimento, aplicar-se uma espécie de 'lei marcial do crime', onde a desobediência pode implicar na perda da própria vida. O sequestro de cinco pessoas que comemoravam os festejos juninos em uma residência no bairro Itapuã em Eunápolis, na madrugada de domingo, dia 25 de junho, seguido com sessões de torturas e a morte de duas delas por arma de fogo; mortes impostas pelo tribunal do crime, chocou a população eunapolitana e regional, tamanha a brutalidade e a forma visceral dos crimes.


Moradores fogem com medo do crime

É fato, que moradores de áreas controladas pelo tráfico de drogas, na cidade de Eunápolis, estão deixando seus imóveis e buscam moradia em outros locais, diante da escalada da violência, na guerra sem trégua pelo domínio de território por facções rivais.


Outros casos de violência

Ainda neste mês de junho, uma travesti, foi encontrada sem vida, barbaramente assassinada após ter sido sequestrada quando saia do evento junino 'Vila do Forró' no bairro centauro; e, em outro episódio, na ligação entre os bairros, Pequi e Moisés Reis, um homem foi assassinado na ponte entre os dois bairros, no início da noite do dia 22, quando voltava do trabalho; neste mesmo dia horas antes, no bairro Minas Gerais, bandidos já haviam assassinado um homem de 23 anos a tiros e atingido a irmã dele. Na noite de segunda-feira, dia 26, o corpo de um homem foi encontrado nas imediações do Km 12, às margens da BR 367, no município de Eunápolis, com marcas de tortura extrema, com cortes de facção nas pernas e queimaduras no corpo e várias perfurações a bala no tórax e região da cabeça.


Insegurança

As marcas da insegurança impõe o medo aos eunapolitanos, limitando visitas a parentes em bairros onde impera o terror, a exemplo de partes do Santa Lúcia, Itapuã e Renovação. No caso, do último domingo, que resultaram nas duas mortes e espancamento de outras três pessoas; um dos mortos e a mulher espancada eram de outra cidade, que estavam visitando parentes por ocasião dos festejos juninos.





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Antonio Marcos Nunes dos Santos

Jornalista - Registro 0006829/BA  

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