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Presidência de consórcio de saúde que vai administrar policlínica regional foi rasteira política


Imagem Ilustrativa

Com a decisão monocrática no TSE que, por hora torna Agnelo Santos (PSD) prefeito reeleito de Santa Cruz Cabrália, aliado-se a derrota de Robério Oliveira em Eunápolis e, a prefeita Cláudia Oliveira terminando seu segundo mandato em Porto Seguro, sem poder ser candidata a reeleição; quando, menos se esperava, nos bastidores e longe dos holofotes, uma jogada política colocou o controle político/administrativo da nova policlina regional na mão do cunhado de Robério e irmão de Cláudia, o prefeito de Cabrália, Agnelo Santos. A eleição que deu a Agnelo o controle do Consórcio de Saúde da Costa do Descobrimento, sujere ser resultado de uma jogada política entre o governo do Estado e os ex gestores, aliados do governo Rui Costa, Robério e Cláudia.


Entenda

A prefeita de Porto Seguro, Cláudia Oliveira (PSD), foi eleita em 05 de setembro de 2019, com mandato de dois anos para presidir o Consórcio Público Interfederativo de Saúde Costa do Descobrimento , mas, estranhamente, ou não, a prefeita declinou em novembro de 2020, pouco mais de um ano após assumir o cargo, e, logo depois das eleições municipais do dia 15, que derrotou seu esposo, o prefeito de Eunápolis, Robério Oliveira; a gestora renunciou a presidência do consórcio, que pelo estatuto, derruba toda chapa, propiciando uma nova eleição, antes dos novos prefeitos assumirem ano que vem, ou seja, eleição com quem ainda governa, assim, como os votos que controlam, nesse caso vai de acordo com o número de habitantes, tendo, Porto Seguro 4 votos, Eunápolis 3 votos, e os demais municípios cada um apenas 1 voto, e o Estado 2 votos; mesmo que algum outro gestor de qualquer cidade, tendo Eunápolis e Porto alinhadas, e ainda com o reforço dos votos do Estado, jamais venceriam a eleição. Trocando em miúdos, Cláudia desistiu para a família Oliveira ter nos próximos dois anos o controle de um dos principais equipamentos de saúde pública da Bahia, a policlínica regional de Eunápolis, pois, caso contrário, com sua saída em janeiro próximo, seu esposo também fora do poder, por certo a presidência deveria ficar entre Cordélia ou Jânio Natal, candidatos vitoriosos em Porto e Eunápolis, indesejados pelo governo Rui Costa. Assim, no resta UM empurraram o sobrevivente dos Oliveira.