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  • Antonio Marcos Nunes

Qual a motivação da greve da APLB em Eunapolis?



Jovita Lima (APLB) ao centro, ladeada pela prefeita Cordélia (esquerda) e pela ex-secretaria de Educação, Cátia Sampaio (direita) em uma das reuniões onde a categoria foi ouvida

Está cada vez mais difícil engolir uma greve que vem sacrificando o alunado, enquanto a categoria é uma das mais bem pagas da Bahia. Com piso nivel 2 em R$ 4 Mil e 200 Reais mensais, acrescido de várias outras gratificações no plano de carreira, podendo chegar em alguns casos a um valor total de quase R$ 15 Mil Reais por mês de salário para educadores eunapolitanos.

Assim, de forma inconsequente, depois de 2 anos de prejuízo para o alunado por conta da pandemia, enquanto pais de família perdiam seus empregos, além de assistirem dentro de casa o atraso na vida escolar de seus filhos, diante de um cenário de incertezas, mas na outra margem da história foi o período que educadores recebiam seus salários religiosamente pagos todos os meses, enquanto estavam confortávelmente em suas casas. Enfim, o que motiva o sindicato da categoria, a APLB, deflagrar a greve, aumentar sem precedentes o prejuízo social para o futuro de milhares de crianças e adolescentes. Ninguém quer acreditar que a tal "motivação", seja uma pauta política em ano de eleições. Enfim, tudo leva a crer que já CHEGA! É hora de aprender a lição...


Atualmente 50% da categoria está na sala de aula, com atividade escolar que vai no máximo a duas horas e meia.