top of page

Vem tomar café,

clique na xícara

PodCast Café com Antonio Marcos

Oi, ative o som clicando no ícone volume

IMG-20251229-WA0031.jpg
Instagram

A verdade sobre a situação da GCM de Porto Seguro e o "porquê" de não estarem nas ruas

  • Foto do escritor: Redação
    Redação
  • 28 de jan. de 2025
  • 1 min de leitura
GCM Neto é o vice-presidente do sindicato da categoria
GCM Neto é o vice-presidente do sindicato da categoria

A reportagem do CDN esteve entrevistando o vice-presidente do SINDGUARDAS, Osvaldo Borges Menes Neto (GCM Neto), tendo na pauta importantes esclarecimentos sobre o que de fato está acontecendo com a Guarda Civil Municipal no município de Porto Seguro.



Neto foi incisivo quanto ao sucateamento da GCM-Porto Seguro, recebendo do poder público local a indiferença quanto as reivindicações e pautas apresentadas pela categoria ao prefeito. É válido lembrar que a Guarda Civil Municipal (GCM), embora não tenha a atribuição de polícia é uma força de segurança pública com porte de arma. Ela atua na manutenção da ordem e da segurança, e é fundamental para o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP). 

As atribuições da GCM incluem: 

  • Garantir o respeito aos direitos dos cidadãos

  • Assegurar a preservação dos patrimônios públicos

  • Conduzir ações de segurança urbana

  • Priorizar ações preventivas e de repressão qualificada

  • Solucionar conflitos de forma pacífica

  • Gerenciar riscos

O Supremo Tribunal Federal (STF) já decidiu que as guardas municipais fazem parte do SUSP. 


A ausência da Guarda nas ruas Porto Seguro vem sendo sentida na ordenação do trânsito, no patrulhamento direto e ostensivo, nas ações de segurança urbana e, outras competências da GCM que refletem na vida dos moradores e dos turistas que visitam a cidades, principalmente neste período de alta estação.

Role para baixo e veja mais notícias

Todos os temas tratados neste veículo de comunicação, mesmo conteúdos que expressam opinião, são obedientes ao critério jornalístico relacionado a fatos e acontecimentos, dentro do direito à liberdade de expressão, assegurado na Constituição Federal do Brasil, sem qualquer intenção ou motivação pessoal de agredir pessoa alguma, tão somente expressar de forma legítima o DIREITO de opinar sobre fatos verídicos e acontecimentos reais, no amplo exercício de um jornalismo livre e plural.

 

Antonio Marcos Nunes dos Santos

Jornalista - Registro 0006829/BA  

00_edited.jpg
café com Antonio Marcos
bottom of page