O triste e melancólico fim de Giovanni Brillantino
- Antonio Marcos Nunes

- 16 de ago. de 2024
- 1 min de leitura
O homem não pode deixar subir para a cabeça o efêmero poder, pois quando isso acontecer, seu final é melancólico e solitário. Quem foi naninha?
O ex-prefeito de Itagimirim que o diga, achava-se o rei da cocada e agora nem na lembrança dos antigos puxa-sacos ele está mais; que coisa mais triste, contudo, a lei do retorno é infalível...
É o tal aqui se faz; aqui se paga!

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