"Vontade de deixar de viver..."; O drama do padre Fábio de Melo com a depressão
- Redação

- 21 de jan. de 2025
- 2 min de leitura

Um dos padres mais queridos do Brasil, Fábio de Melo, está sofrendo desde o ano passado com a depressão, embora tenha superado em 2024 a doença, ele em um evento religioso recente, acontecido no domingo, dia 19, em uma cidade de Pernambuco o padre falou ao público presente que está novamente enfrentando a doença há duas semanas e que convive com pensamentos de "deixar de viver", no entanto o sacerdote católico diz está enfrentando o problema com muita fé.
"Quero abrir meu coração. Ao longo dessas duas últimas semanas, a depressão tomou conta de mim de novo. Ao longo dessas duas últimas semanas eu só tenho um pensamento nessa vida: a vontade de deixar de viver... Eu proclamo hoje que estou nascendo de novo e que esse é o primeiro minuto da minha nova vida", falou Fábio de Melo.
Outro caso

O padre Marcelo Rossi é outro religioso que também enfrentou a doença. Rossi em 2013 viveu o drama de ter que confrontar a dura realidade da depressão, e hoje está bem, no entanto ele tem consciente que as doenças relacionadas à saúde mental precisam de atenção permanente, assim segue tendo ajuda psicológica, especialmente no momento delicado que vem vivendo após a morte do pai, Antônio Rossi, em outubro de 2022, em decorrência de complicações de um câncer. O padre travou uma luta com a doença que quase lhe custou a vida.
O quadro de ansiedade e depressão no Brasil
O Brasil é o campeão na América Latina em problemas relacionados a transtornos mentais, como ansiedade e depressão, afetando inclusive indivíduos jovens e aparentemente saudáveis, com índices alarmantes de pessoas que tiram a própria vida. Campanhas de conscientização e enfrentamento às doenças relacionadas a saúde mental como o Setembro Amarelo são ferramentas importantes na ajuda para quem sofre de algum transtorno da saúde mental. Pesquisas indicam que os transtornos mentais mais comuns entre os pacientes atendidos pelos psiquiatras são ansiedade, depressão, transtorno bipolar, TDAH, TOC , esquizofrenia e TEPT . Além disso, 93% dos psiquiatras entrevistados afirmaram que esses transtornos impactam fortemente a qualidade de vida dos pacientes, pontuando entre 8 e 10 em uma escala de impacto de 1 a 10.

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