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A irrelevância do janismo para os baianos

  • Foto do escritor: Redação
    Redação
  • há 4 horas
  • 2 min de leitura


Com sua trajetória política tendo início no final dos anos 80, mais precisamente em 1988, sendo eleito vereador em Salvador, Jânio Natal, começava ali seus quase 40 anos de uma vida pública controversa. Basta trazer à memória que o político, conhecido no meio como "profissional", só se firmou de fato em um mandato mandato, nos últimos anos como prefeito de Porto Seguro.


Vamos lembrar

Após ser eleito vereador na capital baiana em 1988 pelo PDT, partido comandado à época pelo saudoso Brizola, Natal veio dois anos depois candidato a deputado estadual em 1990, eleito para o mandato de 1991 a 1994, logo mudou de partido e foi para o PL, traindo seus aliados que o ajudaram a se eleger, tanto como vereador em Salvador, como deputado no estado.

Daí começam os mandatos trampolim do político. Em 1992 foi eleito prefeito de Belmonte, renunciou para ser candidato pela primeira vez a prefeito de Porto Seguro, quando perdeu para Ubaldino Junior, mas a proeza maior foi ter deixado sabe-se lá como, uma tia dele como prefeita tampão no município de Belmonte ao renunciar, uma vez que seu vice à época, *Raphael Rochiggiane (Lelinho) também renunciou para vir candidato a prefeito de Belmonte; já em 1998 voltou a ser deputado estadual e dois anos depois em 2000 renunciou ao cargo de deputado para novamente ser candidato a prefeito de Belmonte sendo eleito, e depois em 2004, novamente renunciou para ser candidato a prefeito de Porto Seguro, sendo eleito com mandato até 2008, quando não saiu para a reeleição diante da esmagadora rejeição naquele período. Em 2010 foi eleito deputado federal e 2014 volta a ser deputado estadual, após pífia passagem pela Câmara Federal e, em 2016, dá seu maior estelionato eleitoral e rasteira política - foi eleito prefeito, novamente de Belmonte e faltando poucos minutos para a meia-noite do dia 31 de dezembro de 2016 para 01 de janeiro de 2017, renunciou na famosa "posse da meia-noite".

Agora Jânio Natal está prefeito de um discutível segundo mandato de Porto Seguro, com eleição em 2020 e recondução em 2024 até 2028.


Mas além de tudo dito aqui, e muito mais coisas que poderiam ser ditas, o que nos chama atenção é olhar pra trás e ver quão insignificante no seu efeito prático para os baianos tem sido a vida política de Jânio Natal; alguém que vive às custas do dinheiro público por toda uma vida e que é lembrado por suas manobras eleitoreiras, nada mais...


Fica o questionamento. Quem lembra de alguma obra que Jânio Natal tenha contribuído para que chegasse até alguém e beneficiasse a população regional?


Não bastasse esse histórico mascarado, agora ele quer empurrar de goela abaixo seu contestado filho - há quem diga que o camarada é intragável - é o que dizem por ai...


Enfim, vida que segue.



(*nesta época era necessário renúncia para concorrer nos casos citados)


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Antonio Marcos Nunes dos Santos

Jornalista - Registro 0006829/BA  

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