A sombra obscura nos assassinatos brutais dos professores em Porto Seguro


Já são 16 anos completados em setembro deste ano de 2025 que dois educadores sindicalistas da APLB tiveram suas vidas barbaramente tiradas impiedosamente em Porto Seguro, e pasmem sem que aquele, segundo a acusação, o maior dos culpados, tenha sido punido e a justiça tenha sido feita por completo.
Apesar da imprensa ao longo dos anos não deixar morrer o ocorrido, ninguém explica o que impede que o caso seja de fato concluído. Mesmo sabendo quem foram os autores e o mentor intelectual da barbárie, e, um júri popular a ser realizado para que a memória de Elisney e Álvaro Henrique descanse em paz, todavia até agora uma sombra obscura marca esse caso como dos mais emblemáticos do Brasil e uma das maiores injustiças do país.
Eles foram assassinados numa trama macabra e diabólica que envolve poder, e o mais assustador é um dos seus algozes, senão a principal mente criminosa por trás da barbárie esta livre e atuante nos bastidores do poder, a serviço de graúdos na região e ainda ser visto como figura ilustre no meio político baiano com influência entre gente grande da política estadual.
O que explica os quase 20 anos e a morosidade da justiça em fazer valer a JUSTIÇA. Quem pode explicar para a sociedade portosegurense, baiana e todo povo brasileiro que dois profissionais de educação que lutavam pelos direitos de sua classe não tiveram a justiça como âncora ao perderam a vida de forma tão bárbara quando lutavam pela educação: antes o sangue deles clama pela tardia e morosa justiça, que coroa a impunidade como triunfo daqueles que gozam dos privilégios do poder.
Até quando?
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