top of page

Vem tomar café,

clique na xícara

PodCast Café com Antonio Marcos

Oi, ative o som clicando no ícone volume

IMG-20251229-WA0031.jpg
Instagram

A sombra obscura nos assassinatos brutais dos professores em Porto Seguro

  • Foto do escritor: Redação
    Redação
  • 1 de nov. de 2025
  • 1 min de leitura

Já são 16 anos completados em setembro deste ano de 2025 que dois educadores sindicalistas da APLB tiveram suas vidas barbaramente tiradas impiedosamente em Porto Seguro, e pasmem sem que aquele, segundo a acusação, o maior dos culpados, tenha sido punido e a justiça tenha sido feita por completo.


Apesar da imprensa ao longo dos anos não deixar morrer o ocorrido, ninguém explica o que impede que o caso seja de fato concluído. Mesmo sabendo quem foram os autores e o mentor intelectual da barbárie, e, um júri popular a ser realizado para que a memória de Elisney e Álvaro Henrique descanse em paz, todavia até agora uma sombra obscura marca esse caso como dos mais emblemáticos do Brasil e uma das maiores injustiças do país.


Eles foram assassinados numa trama macabra e diabólica que envolve poder, e o mais assustador é um dos seus algozes, senão a principal mente criminosa por trás da barbárie esta livre e atuante nos bastidores do poder, a serviço de graúdos na região e ainda ser visto como figura ilustre no meio político baiano com influência entre gente grande da política estadual.


O que explica os quase 20 anos e a morosidade da justiça em fazer valer a JUSTIÇA. Quem pode explicar para a sociedade portosegurense, baiana e todo povo brasileiro que dois profissionais de educação que lutavam pelos direitos de sua classe não tiveram a justiça como âncora ao perderam a vida de forma tão bárbara quando lutavam pela educação: antes o sangue deles clama pela tardia e morosa justiça, que coroa a impunidade como triunfo daqueles que gozam dos privilégios do poder.


Até quando?

Role para baixo e veja mais notícias

Todos os temas tratados neste veículo de comunicação, mesmo conteúdos que expressam opinião, são obedientes ao critério jornalístico relacionado a fatos e acontecimentos, dentro do direito à liberdade de expressão, assegurado na Constituição Federal do Brasil, sem qualquer intenção ou motivação pessoal de agredir pessoa alguma, tão somente expressar de forma legítima o DIREITO de opinar sobre fatos verídicos e acontecimentos reais, no amplo exercício de um jornalismo livre e plural.

 

Antonio Marcos Nunes dos Santos

Jornalista - Registro 0006829/BA  

00_edited.jpg
café com Antonio Marcos
bottom of page