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Agnelo está fadado ao triste fim reservado aos desleais e espertalhões

  • Foto do escritor: Antonio Marcos Nunes
    Antonio Marcos Nunes
  • 27 de fev. de 2024
  • 1 min de leitura

Rodeado pelos amigos do "sovaco", Agnelo Santos, prefeito de Cabrália tenta sobreviver ao tenebroso momento que vive na política cabraliense. Depois de golpear mortalmente amigos de longas datas, mas também, ingratidão está no DNA de Guina, pois até a quem ele deve tudo na política foi capaz de trair, imagine o resto! Agnelo não passaria hoje de uma caixa de banco se lá atrás não tivesse pongado no nome daquele a quem ele deve tudo que se tornou, mas respeitar velhos amigos não parece ser coisa do sujeito.


Dono de uma rejeição estratosférica e antipatizado no município que o fez prefeito por dois mandatos o cabra conseguiu a proeza de entre uma armação e outra destruir tudo a sua volta. Agora diante de um cenário sombrio após sua invencionice de uma lista com nomes "de sua confiança" que segundo ele dali sairia seu candidato a prefeito, lista que mostrou que tudo não passou de chacota com os nomes que estavam nela, afinal hoje ele carrega debaixo do sovaco um dublê de candidato a prefeito, que sequer constava na tal lista mentirosa de Agnelo.


O que falta para Guina é respeito. Respeitar velhas alianças, não agir como agiu com o senador, Otto Alencar, que na calada da noite foi golpeado pelas costas na surdina por uma pessoa que o senador acreditava ser um amigo, por certo o mesmo ele fará lá na frente com Ronaldo Carletto.


No resumo da ópera, Agnelo não é amigo de ninguém, não é irmão, não é parceiro; só pensa em si mesmo e está fadado ao triste fim reservado aos desleais e espertalhões...


Terminar sem ninguém. Lamentável!

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Antonio Marcos Nunes dos Santos

Jornalista - Registro 0006829/BA  

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