Brasileiros recorrem à Suíça em busca do suicídio assistido
- Redação

- há 17 horas
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O debate sobre o direito de morrer ganhou destaque após brasileiros recorrerem à Suíça em busca do suicídio assistido, prática permitida no país sob regras rigorosas. No Brasil, tanto a eutanásia quanto o suicídio assistido são proibidos.
Um dos casos é o da professora Célia Maria Cassiano, que viajou à Suíça em abril deste ano para realizar o procedimento. Ela sofria de uma doença degenerativa e afirmou que buscava preservar sua autonomia e dignidade diante da progressão da enfermidade. O procedimento pode custar cerca de R$ 65 mil, sem contar despesas com viagem e hospedagem.

Especialistas destacam que o tema envolve questões éticas, jurídicas, religiosas e médicas. No Brasil, a eutanásia é considerada crime, enquanto a ortotanásia — permitir que a morte ocorra naturalmente, evitando tratamentos que apenas prolonguem o sofrimento — é permitida.
Outro caminho apontado por profissionais de saúde são os cuidados paliativos, que buscam controlar sintomas, oferecer apoio psicológico e espiritual e melhorar a qualidade de vida de pacientes com doenças graves. Na Bahia, o Hospital Mont Serrat, em Salvador, é apresentado como referência nessa área.
O assunto continua cercado de controvérsias, principalmente em torno dos limites da autonomia individual, do sofrimento e do papel da medicina diante de doenças graves e incuráveis.
Se quiser, posso deixar ainda mais curta, no formato de matéria para portal de notícias, com título e três parágrafos.

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