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Caso dos professores - Quem morreu ficaria indignado com a injusta justiça

  • Foto do escritor: Redação
    Redação
  • há 2 horas
  • 1 min de leitura

Edésio Lima, apontado pelo Ministério Público como o mandante do bárbaro duplo homicídio dos professores, Álvaro Henrique e Elisney Pereira, em Porto Seguro, à época da gestão do prefeito Gilberto Abade no ano de 2009 pode ficar livre da justiça. Os educadores atuavam como líderes sindicais e estavam lutando por melhores condições de trabalho e valorização para a categoria, quando foram atraídos para uma emboscada macabra montada para dar fim aos dois, resulltando no mais emblemático caso de impunidade da Bahia, quiçá do Brasil, com sucessivas queimas de arquivos vivos, em que outros suspeitos de participação na orquestração do plano e execução foram eliminados (mortos).


Mas pasmem, isso não é o pior, quando tudo parecia que chegaria ao desfecho final, com julgamento já marcado para o início de maio deste ano, depois de 17 longos anos, eis que uma dessas manobras jurídicas pode livrar a cara do principal suspeito, justamente aquele que segundo o MP foi o mentor intelectual e mandante do crime, ou seja, Edésio Lima, pode ficar LIVRE.


Com 70 anos e alguns meses, o acusado de ter mandado eliminar dois professores pode ser beneficiado pela lei, e continuou a fazer aquilo que não nunca deixou de fazer e sempre fez, viver pleno e embrenhado no meio de políticos poderosos daqui e dali, enquanto a história se encarregava de ser escrita com mais um triste capítulo de INJUSTIÇA LEGAL. Fazer o que? Assim, reforça-se a velha máxima: "aqui o culpado é o morto... por ter morrido"



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Antonio Marcos Nunes dos Santos

Jornalista - Registro 0006829/BA  

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