Derrubada de árvores na região central de Eunápolis gera polêmica e Maçonaria se manifesta
- Redação

- 16 de fev. de 2024
- 2 min de leitura
A derrubada de várias árvores pela prefeitura de Eunápolis na Avenida Duque de Caxias, região central da cidade tem provocado grande polêmica. Entidades como a Maçonaria já se manifestaram contrários a agressão sofrida pelo meio ambiente em pleno centro urbano do município. A retirada das árvores também causou revolta na população eunapolitana e entre comerciantes da área que tinha no verão, período mais quente do ano, um clima com temperaturas mais amenas justamente por conta do sombreamento proporcionado pela área verde arborizada na extensão da avenida.
A Loja Maçônica Fraternidade 05 de Novembro aponta para a falta de um planejamento de impacto ambiental antes da retirada de árvores e podas agressivas no município eunapolitano, e apresentou para a gestão municipal a iniciativa da construção do PLANO MUNICIPAL DE ARBORIZAÇÃO URBANA que seria para nortear as ações ambientais municipais dentro de uma proposta que mitigasse o impacto ambiental existente com perspectivas de crescimento do ambiente verde na cidade com a adoção de estratégias para plantio de novas árvores, incluindo a compensação das já removidas.
Maçonaria apresenta proposta
Loja Maçônica Fraternidade 05 de Novembro propõe à Prefeitura Municipal de Eunápolis a implementação de um Plano Municipal de Arborização Urbana
Nos últimos dias, têm sido propagadas notícias de possíveis abates indiscriminados de árvores, bem como podas agressivas, sem que haja, aparentemente, uma política de compensação ambiental ou replantio que assegure a manutenção e o aumento do verde na nossa cidade.
Nesse contexto, a Comissão de Cidadania da Loja Maçônica Fraternidade 05 de Novembro, amparada numa perspectiva da responsabilidade sócio-ambiental, solicitou formalmente à Prefeitura Municipal de Eunápolis a adoção de medidas urgentes para a elaboração e implementação de um Plano Municipal de Arborização Urbana.
“De forma propositiva, demonstra-se a necessidade de um plano com políticas claras para a proteção das árvores existentes, critérios técnicos para podas e, mais importante, estratégias para o replantio e ampliação das áreas verdes urbanas, incluindo um programa de compensação ambiental para as árvores já removidas”, pontuou Ramon Prates, representante da Loja Maçônica.
Imagem - Jbastos repórter

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