Mãe que teve filho atacado por cachorro em praia de Porto Seguro clama por justiça e pede apoio da população
- Redação

- 29 de dez. de 2025
- 2 min de leitura
Atualizado: 9 de jan.

A mãe de um menino de dois anos atacado por um cachorro da raça Pastor Belga no início de dezembro em uma praia no litoral norte de Porto Seguro fez um apelo clamando por justiça. O menor e sua família estavam num dia de lazer, quando o animal empreendeu o ataque contra a criança, ferindo a região craniana, sendo socorrido pelo pai com auxílio da PM e de uma ambulância até o Hospital Luiz Eduardo Magalhães e submetida a procedimento de 17 pontos na região da cabeça e orelha.
Informações dão conta que o animal tem por tutores uma advogada e um corretor de imóveis do município. Segundo levantamento feito pelo cdn24horas.com, a criança teve que ser novamente hospitalizada após receber alta; ela voltou por intercorrência de febre alta, fortes dores na cabeça e sangramento na urina.

Com este quadro clínico a mãe do menor faz o apelo para que sejam tomadas as providências pelas autoridades e pede apoio da sociedade nessa cobrança de responsabilidade. Um Boletim do Ocorrência foi lavrado.
Há informações (não confirmadas) que o mesmo cachorro teria atacado uma segunda criança na mesma praia. No caso da criança mencionada nesta matéria, a mãe alega não ter recebido apoio financeiro, nem assistência psicológica promovidos pelos tutores e que espera justiça diante dos danos e das possíveis sequelas que poderão ficar no menino.
O outro lado
Horas após a publicação da matéria a possível tutoria dos animais manteve contato por mensagem inbox do portal cdn24horas.com dando outra versão, ao passo que retornamos via ligação telefônica. Segundo a possível tutora dois animais haviam evadido de sua residência por um ato atribuído a uma criança que abriu o portão com controle remoto.
Ela ainda disse que ofereceu ajuda aos pais da criança ferida, e disse não ter certeza que foi o animal que é tutora o responsável pelo ataque que quase matou o menino de 2 anos.
Por Ordem Judicial o portal cdn24horas.com retiou do ar o Boletim de Ocorrência.

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