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O triste episódio da Guarda Civil e do secretário da Casa Civil


Uns acusam, outros defendem, além e aquém, mas a verdade é uma só...

Na vida existem fronteira para tudo, até para ser ouvido ou para não querer ouvir; aliás a fronteira é tão tênue, a depender das circunstâncias, que só o bom senso e a razão podem dá limites a própria fronteira.



O episódio que envolveu Guardas Civis e o Secretário da Casa Civil na quarta-feira (01), é um desses casos onde o bom senso, esvaiu-se e atropela-se os limites. Apesar de estarem em via pública; ali não era uma rua aleatória, Não! ali era o local da casa da prefeita, e escolheram ir para a porta da casa da mandatária, com alto falantes direcionados para sua residência, ponto. E lá estavam para tratar de assunto, que não deveriam ser tratados ali, afinal naquela rua e especificamente aquele endereço não é o gabinete, mas sim uma residência, a casa da prefeita. Erraram feio.


Por outro lado, nada justifica o destempero do Secretário da Casa Civil, marido da prefeita, já que sentido-se ofendido, deveria a priori chamar a polícia e esperar a ação policial, que, por certo retirariam os causadores da celeuma dali, afinal, a polícia existe para manter a ordem, e certamente a briosa PM conduziria para longe do endereço da prefeita o infortúnio, sem precisar o secretário se expor a tanto e ir as rusgas com os manifestantes.


Enfim, faltou fronteiras.

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Antonio Marcos Nunes dos Santos

Jornalista - Registro 0006829/BA  

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