Parquinho pega fogo na política baiana com rompimento de Ângelo Coronel do PSD e da base governista
- Redação

- há 2 horas
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A política baiana entrou em ebulição nos últimos dias após o rompimento do senador Ângelo Coronel com a base do PSD na Bahia. O movimento inesperado acendeu o sinal de alerta nos bastidores do poder e escancarou fissuras internas que vinham sendo tratadas com discrição dentro do grupo político.
Figura influente no cenário estadual, Ângelo Coronel decidiu se afastar da base pessedista após divergências políticas e estratégicas que se intensificaram nos últimos meses. A saída do senador provocou reações imediatas entre aliados e adversários, alimentando especulações sobre realinhamentos, disputas por espaço e possíveis impactos nas eleições futuras.
Nos corredores da política, o rompimento é visto como mais um capítulo da disputa por protagonismo dentro do campo governista. Lideranças avaliam que a decisão de Coronel pode desencadear um efeito dominó, estimulando outros atores a reverem alianças e reposicionarem seus projetos eleitorais.
Enquanto isso, o PSD baiano tenta conter os danos e manter a coesão interna, minimizando o impacto da saída de um de seus principais quadros. Já Ângelo Coronel adota discurso de independência, sinalizando que seguirá atuando de forma autônoma no Senado, sem descartar novas articulações políticas.
Com o “parquinho pegando fogo”, o episódio reforça que a política baiana segue longe da calmaria. O rompimento expõe disputas internas, antecipa o clima eleitoral e promete redesenhar o tabuleiro político do estado nos próximos meses.

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