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  • Foto do escritorAntonio Marcos Nunes

Qual a causa que a APLB defende?


A pauta da educação e valorização dos professores deve ser respeitada, desde que a causa seja de fato o educador e seu ambiente escolar. Já a algum tempo temos visto que pais de alunos da rede pública de ensino têm ficado reféns de movimentos grevistas desencadeados por sindicatos de professores (APLB) sob a bandeira de direitos da educação, e como consequência direta crianças em idade escolar tornam-se vítimas dos tais movimentos grevistas com prejuízo irreparável na sua formação, quando ficam fora da sala de aula, ainda com o agravante da baixa qualidade do ensino apontado por índices medíocres do IDEB. O grande problema foi a APLB ter se tornado não mais uma ferramenta da causa dos educadores, mas sim um instrumento político-partidário e ideológico distante dos pilares da educação, atendendo unicamente ao propósito financeiro e partidarista, fora do horizonte educacional, em que pese a APLB não se mobilizar para melhorar o IDEB, resultado intrinsecamente ligado ao educador em sala de aula; o sindicato não faz mobilização por melhores escolas, antes toda a pauta e humor dos sindicalistas está nos salários e na política partidária que minou a nobre causa da APLB, tornando seu papel muito mais de militância partidária que de fato de busca por educação de qualidade.


A população com filhos (as) em idade escolar tem que ter ciência quando tem uma criança fora da escola em razão de movimento grevista na educação, o seu papel é de buscar junto ao Ministério Público e à justiça que seu filho vá para a sala de aula e lá tenho o educador (a) para lhe transferir conhecimento, como obriga o régio mandamento na Constituição Federal, não sendo necessário toda uma geração de crianças em formação terem prejuízo num direito fundamental em razão de paralisações e greves.


Os professores e a militância

É bom que se diferencie professores da militância dentro da educação. Os educadores querem e merecem sua valorização, e não deixam seus postos de trabalho, enquanto buscam seus direitos, a militância não negocia, não pensa nas crianças, não consegue criar a razoabilidade.


A grande lição com a APLB é que não está a se questionar a busca por direitos dos educadores, mas sim a militância partidária que em muitos casos no afã de criar espaço político envenena o ambiente sagrado do ensino e mutila o direito das crianças de estarem na sala de aula.



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Antonio Marcos Nunes dos Santos

Jornalista - Registro 0006829/BA  

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