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A JUSTIÇA de Porto Seguro na mira da JUSTIÇA pode começar por fazer JUSTIÇA aos professores executados há quase 15 anos

  • Foto do escritor: Antonio Marcos Nunes
    Antonio Marcos Nunes
  • 10 de jul. de 2024
  • 1 min de leitura

Atualizado: 11 de jul. de 2024



Um dos piores episódios ocorridos na Costa do Descobrimento que chocou todo país, envolve dois profissionais de educação vítimas de uma barbaridade que manchou para sempre a história com um capítulo negro na educação porto-segurense, registrado num 17 de Setembro que era para ser normal como outro dia qualquer, mas não foi; naquele 17 de Setembro de 2009, Poro Seguro, foi palco de um duplo homicídio, arquitetado friamente, e planejado nos porões poder, por uma mente fria, calculista e criminosa. Apesar dos quase 15 anos por completar no próximo dia 17 de Setembro de 2024, que, os professores e sindicalistas da APLB-Porto Seguro, Álvaro Henrique e Elisney Pereira, foram mortos numa emboscada, o júri daquele apontado como mandante dessa barbárie nunca houve, antes, aquele que foi o mentor segundo a justiça, posa de grande homem de articulação política na região e na Bahia e vive abrigado debaixo das "asas" de figurões que detém o poder. A devassa que a Corregedoria deve realizar nas gavetas da justiça na Terra do Descobrimento, deve por certo desengavetar muita coisa, inclusive esse caso escabroso, ou seja, que a JUSTIÇA seja feita em Porto Seguro, em tempo e fora de tempo, mas que haja JUSTIÇA!


Como diz a célebre frase do mestre Rui Barbosa: "Justiça tardia é injustiça qualificada!"

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Antonio Marcos Nunes dos Santos

Jornalista - Registro 0006829/BA  

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