top of page

Vem tomar café,

clique na xícara

PodCast Café com Antonio Marcos
Instagram

Oi, ative o som clicando no ícone volume

Juíza conhecida como “Cinquentinha” responde a processo disciplinar no TJBA por suspeita de envolvimento na suposta venda de decisões judiciais

  • Foto do escritor: Redação
    Redação
  • 16 de mar.
  • 2 min de leitura

A juíza Marlise Freire de Alvarenga, conhecida pelo apelido de “Juíza Cinquentinha”, é alvo de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) aberto pela Corregedoria do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA). O procedimento foi instaurado em novembro do ano passado, quando a magistrada foi afastada preventivamente de suas funções sob suspeita de envolvimento na suposta venda de decisões judiciais.


À época do afastamento, Marlise Freire era titular da 3ª Vara Cível e de Registros Públicos do município de Barreiras, no oeste da Bahia. As investigações apontam que um capitão da Polícia Militar também passou a ser apurado pela Corregedoria da corporação por suspeita de intermediar negociações imobiliárias ligadas a processos que tramitavam na unidade judicial onde a magistrada atuava.


O caso é tratado como um possível desdobramento da Operação Faroeste, investigação que apura um esquema de comercialização de decisões judiciais relacionado a disputas de terras na região oeste do estado. A operação já levou à prisão de desembargadores suspeitos de participação em organização criminosa e lavagem de dinheiro.


De acordo com decisão da Corregedoria do TJBA, há indícios de que a juíza teria determinado bloqueios de valores elevados em processos que não estavam sob a competência de sua vara. Também são mencionadas suspeitas de tráfico de influência, prática de agiotagem e favorecimento ao próprio filho — que atua como advogado — em uma negociação imobiliária com indícios de lavagem de dinheiro.


Um dos pontos centrais da investigação envolve o bloqueio judicial de mais de R$ 1,3 milhão. Segundo as apurações, a ordem teria sido executada por um assessor da magistrada em um processo que não tramitava na unidade judicial sob responsabilidade dela.


O Tribunal de Justiça da Bahia informou que o afastamento da juíza tem caráter preventivo e não representa antecipação de julgamento, ressaltando que estão garantidos o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa.

Role para baixo e veja mais notícias

Todos os temas tratados neste veículo de comunicação, mesmo conteúdos que expressam opinião, são obedientes ao critério jornalístico relacionado a fatos e acontecimentos, dentro do direito à liberdade de expressão, assegurado na Constituição Federal do Brasil, sem qualquer intenção ou motivação pessoal de agredir pessoa alguma, tão somente expressar de forma legítima o DIREITO de opinar sobre fatos verídicos e acontecimentos reais, no amplo exercício de um jornalismo livre e plural.

 

Antonio Marcos Nunes dos Santos

Jornalista - Registro 0006829/BA  

00_edited.jpg
café com Antonio Marcos
bottom of page