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Eunápolis recebe equipe do Bahia Sem Fome nas futuras instalações da Cozinha Comunitária Municipal, na Colônia


A Prefeitura de Eunápolis, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, participou, nesta segunda-feira (18), de uma agenda institucional voltada ao fortalecimento das políticas de segurança alimentar no município. A programação contou com a presença do coordenador do programa Bahia Sem Fome, Thiago Costa, e reuniu representantes de instituições parceiras em ações voltadas ao enfrentamento da insegurança alimentar.

A agenda incluiu visita às futuras instalações da Cozinha Comunitária Municipal, que será implantada na Colônia. A iniciativa, que contará ainda com outras três cozinhas nos bairros Pequi, Moisés Reis e Juca Rosa, integra o planejamento da gestão municipal para ampliar a estrutura de atendimento social e fortalecer políticas públicas voltadas à proteção e à segurança alimentar da população.

Entre os momentos da programação, esteve também a inauguração da Cozinha Comunitária e Solidária Sabor da Terra, do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Eunápolis. O espaço passa a integrar a rede de iniciativas sociais voltadas ao acesso à alimentação e ao fortalecimento do apoio às famílias em situação de vulnerabilidade.

O secretário municipal de Assistência Social, Pastor Bené, ressaltou a importância da articulação entre diferentes instituições para ampliar os resultados. “O combate à fome exige responsabilidade compartilhada e ações conectadas. Quando o poder público, entidades e programas sociais atuam em conjunto, criamos caminhos mais sólidos para garantir proteção social e ampliar oportunidades para quem mais precisa”, afirmou.


Ascom- Prefeitura de Eunápolis


Não são poucos os estabelecimentos comerciais que sequer fazem o primeiro aniversário e logo fecham as portas no comércio eunapolitano. O empresariado sabe a difícil missão de ter que todos os meses cumprir com seus compromisso, como, impostos, funcionários, reposição do estoque, energia e água, e, o pior desafio de todos, pagar os exorbitantes valores majorados por donos de pontos comerciais em Eunápolis.


A crise se avoluma ainda mais com aluguéis de valores astronômicos e longe de uma realidade que exige desafios constantes para a permanência com as portas-abertas no comércio de Eunápolis. Grandes redes até conseguem operar com os valores impostos no mercado por donos de pontos comerciais, contudo o que se ver é um abre-e-fecha de portas que assusta, e um dos fatores que desestimula o aquecimento da economia local é justamente o custo da locação do imóvel.


Um ponto positivo no comércio local, é a prefeitura da cidade que é grande empregadora manter a regularidade nos pagamentos da folha de servidores, ainda, o pagamento dos fornecedores dentro de um calendário com data definida, fatores que aquecem a economia do município e contribui para minimizar o impacto de crise.


A cultura de preços de aluguéis de imóveis comerciais com valores exorbitantes, precisa ser revista e analisada.



A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (19), a Operação Colina, que apura um esquema de fraudes previdenciárias envolvendo a manipulação de sistemas do Instituto Nacional do Seguro Social na Bahia.

Durante a ação, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão nos municípios de Salvador, Nazaré e Vera Cruz. As ordens judiciais foram expedidas pela 17ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária da Bahia.

Segundo a Polícia Federal, as investigações tiveram início após relatórios da Coordenação de Inteligência Previdenciária apontarem suspeitas envolvendo um servidor do INSS lotado em Salvador. Ele é investigado por realizar remarcações indevidas e sucessivos adiamentos injustificados de perícias médicas.

De acordo com a corporação, o esquema permitia a renovação automática e irregular de benefícios por incapacidade temporária, já que segurados deixavam de ser avaliados por peritos oficiais. Os investigadores também identificaram registros de adiamentos realizados com justificativas falsas, incluindo alegações de ausência de atendimento médico em dias de funcionamento normal das agências.

A análise de movimentações bancárias consideradas suspeitas revelou ainda a possível participação de intermediários, responsáveis por recolher valores de beneficiários e repassar vantagens indevidas ao servidor investigado.

Ainda conforme a PF, parte dos beneficiários envolvidos já havia sido alvo de investigações anteriores da corporação.

Os suspeitos poderão responder por crimes como inserção de dados falsos em sistema de informações, corrupção passiva e outros delitos que possam ser identificados ao longo do inquérito.

Todo o material apreendido será encaminhado para perícia, que deverá auxiliar no cálculo do prejuízo causado aos cofres públicos e na identificação de outros possíveis envolvidos no esquema criminoso.

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