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Chuvas volumosas na Bahia


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantém o alerta laranja de perigo para chuvas intensas em 42 municípios da Bahia. O aviso é válido até as 23h59 desta segunda-feira (23) e indica possibilidade de acumulados entre 50 e 100 milímetros de chuva por dia, além de ventos fortes.


Entre os municípios citados no alerta estão Bom Jesus da Lapa, Luís Eduardo Magalhães e Xique-Xique, localizados principalmente nas regiões do oeste e do Vale São-Franciscano.


Riscos previstos


De acordo com o Inmet, há risco de:


  • Interrupção no fornecimento de energia elétrica

  • Descargas elétricas

  • Queda de galhos de árvores

  • Alagamentos

  • Danos em áreas de plantio


A orientação é que a população evite se abrigar debaixo de árvores durante rajadas de vento, não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda, e redobre a atenção em áreas com histórico de alagamentos e deslizamentos.


Alerta amarelo abrange quase todo o estado


Além do alerta laranja, o instituto mantém aviso amarelo de perigo potencial para grande parte da Bahia. Nesse caso, a previsão é de chuva de até 50 milímetros por dia e ventos intensos.


As áreas sob alerta incluem o centro-sul do estado, o extremo-oeste, o Vale São-Franciscano, além da capital Salvador e a Região Metropolitana.


Cidades sob alerta laranja


Os municípios incluídos no aviso de perigo são:


Angical, Baianópolis, Barra, Barreiras, Bom Jesus da Lapa, Brejolândia, Buritirama, Campo Alegre de Lourdes, Canápolis, Carinhanha, Catolândia, Cocos, Coribe, Correntina, Cotegipe, Cristópolis, Feira da Mata, Formosa do Rio Preto, Gentio do Ouro, Ibotirama, Itaguaçu da Bahia, Jaborandi, Luís Eduardo Magalhães, Mansidão, Morpará, Muquém do São Francisco, Oliveira dos Brejinhos, Pilão Arcado, Remanso, Riachão das Neves, Santa Maria da Vitória, Santana, Santa Rita de Cássia, São Desidério, São Félix do Coribe, Sento Sé, Serra do Ramalho, Serra Dourada, Sítio do Mato, Tabocas do Brejo Velho, Wanderley e Xique-Xique.


Histórico recente


No início de fevereiro, o Inmet já havia emitido alerta de tempestade com grau de severidade classificado como perigo para 242 municípios baianos, reforçando o cenário de instabilidade climática que atinge o estado neste período.


Diante da previsão de continuidade das chuvas, a recomendação é que moradores acompanhem os avisos meteorológicos atualizados e sigam as orientações da Defesa Civil para evitar acidentes.


A Bahia passou a ocupar a segunda pior posição no ranking nacional de rendimento médio do trabalho, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o levantamento, os trabalhadores baianos recebem, em média, R$ 2.284 por mês — valor superior apenas ao do Maranhão (R$ 2.228).


Na edição anterior da pesquisa, o estado ocupava a terceira colocação entre os menores rendimentos do país. Em 2025, foi ultrapassado pelo Ceará (R$ 2.394), caindo mais uma posição no ranking nacional.


Informalidade em alta


Um dos principais fatores que explicam o baixo rendimento é o avanço da informalidade. Segundo o IBGE, mais da metade dos trabalhadores baianos atua sem carteira assinada ou sem registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ).


Entre 2024 e 2025, a cada dez pessoas que ingressaram no mercado de trabalho no estado, oito estavam em ocupações informais. Após dois anos de queda, a informalidade voltou a crescer e atingiu recorde na Bahia.


De acordo com a supervisora de Disseminação de Informações do IBGE, Mariana Viveiros, esse cenário favorece vagas com menor remuneração, alta rotatividade e baixa exigência de qualificação profissional. O quadro é agravado pelo nível de escolaridade: apenas 18% das pessoas ocupadas no estado possuem ensino superior completo.


Impactos sociais e econômicos


O economista Edval Landulfo, presidente do Conselho Regional de Economia da Bahia (Corecon-BA), alerta que a baixa renda impacta diretamente o poder de compra da população, limita o acesso a necessidades básicas e amplia desigualdades sociais.


Segundo ele, o problema vai além dos números econômicos. “Esse cenário reflete diretamente na qualidade de vida da população e gera um efeito cascata que perpetua a desigualdade e limita o desenvolvimento econômico”, afirma.


Landulfo também destaca a desigualdade racial e de gênero como agravantes. Mulheres negras na Bahia, por exemplo, enfrentam salários ainda menores que a média estadual, aprofundando as disparidades sociais.


Entre as consequências do rendimento insuficiente estão o baixo consumo e o enfraquecimento da economia local. Com menor poder de compra, há redução na demanda por bens e serviços. Além disso, cresce a dependência de programas de transferência de renda, como o Bolsa Família.


Mercado de trabalho


Apesar do cenário preocupante nos rendimentos, o número de pessoas ocupadas cresceu em sete das dez atividades econômicas analisadas no estado em 2025. Os maiores aumentos absolutos foram registrados nos setores de informação e comunicação (+89 mil) e administração pública (+85 mil).


O maior crescimento percentual ocorreu no segmento de “outros serviços”, que avançou 21,8%, somando mais 61 mil trabalhadores e totalizando 341 mil pessoas empregadas na área.


O perfil predominante dos trabalhadores baianos é composto majoritariamente por homens (seis em cada dez), com idade entre 40 e 59 anos, pessoas pardas (cerca de 54%) e com ensino médio completo.


Ainda segundo o IBGE, setores que tradicionalmente exigem maior qualificação e oferecem melhores salários, como a indústria, registraram saldo negativo de trabalhadores, o que reforça a necessidade de maior investimento em qualificação profissional.


Salvador e Região Metropolitana


Em Salvador, a taxa de desocupação caiu para 8,9% em 2025 — a menor da série histórica. A capital deixou de ocupar a primeira posição entre as capitais com maior desemprego, passando para o quinto lugar.


Na Região Metropolitana de Salvador (RMS), a taxa de desocupação ficou em 10,1%, ainda a mais alta entre as 21 regiões metropolitanas pesquisadas.


O rendimento médio na capital baiana foi de R$ 3.133 em 2025, representando alta de 10,7% em relação ao ano anterior, mas ainda o segundo menor entre as capitais brasileiras. Na RMS, o rendimento médio foi de R$ 2.945, aumento de 5,4%, também figurando entre os mais baixos do país.


Os dados reforçam que, apesar de avanços pontuais no mercado de trabalho, a Bahia ainda enfrenta desafios estruturais ligados à informalidade, baixa qualificação profissional e desigualdade social — fatores que continuam pressionando o rendimento médio da população e limitando o desenvolvimento econômico do estado.



O prefeito de Itabela, Ricardo Flauzino (PSD), usou suas redes sociais na manhã de domingo(22) para anunciar aos itabelenses a conquista do primeiro veículo próprio do município destinado ao TFD (Tratamento Fora do Domicilio).


No post o gestor diz estar indo a capital baiana, Salvador, com a incumbência de receber a nova aquisição.


O TFD é um programa do SUS para quem faz tratamento fora da cidade onde reside. As prefeitura através das suas secretarias de saúde levam estes pacientes para serem tratados em outros municípios onde exite atendimento especializado. Nestes casos o veículo própria diminui as despesas, evitando locações no deslocamento.


No caso específico, o carro será usado, segundo o prefeito, para o transporte de pacientes que fazem hemodiálise. Flauzino ainda diz que o valor do veículo é de 350 Mil Reais, o que leva a crer que seja uma VAN.


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