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Pesquisa avaliou 142 países; tamanho do órgão não tem a ver com altura da pessoa


O Brasil ficou fora da lista de países cujos homens tem o maior tamanho de pênis do mundo. A informação é da World Population Review, de 2024 — uma organização independente com fins lucrativos comprometida em fornecer dados demográficos e populacionais globais atualizados.

A pesquisa analisou 142 países em todo o mundo e chegou à conclusão que o comprimento médio mundial de um pênis ereto é geralmente de 12,9 cm a 13,92 cm.

Além de colher dados sobre o tamanho dos órgãos, a pesquisa desmistificou a questão de que o tamanho do pênis está ligado à altura da pessoa. “Os mitos que ligam o tamanho do pênis à altura, ao tamanho da mão ou ao tamanho do sapato são amplamente desmascarados; no entanto, os homens frequentemente superestimam o tamanho médio do pênis e subestimam o seu próprio", esclarece.

"Fatores como a raça apresentam variação mínima no tamanho do pênis, mas fatores ambientais ou hormonais, nutrição e certas exposições durante a gravidez da mãe podem influenciar o desenvolvimento do pênis", explica.

Ainda segundo o World Population Review, "o tamanho do pênis pode ter um impacto excessivamente grande no senso de autoestima do homem", mas afirma que "não tem qualquer ligação com a taxa de fertilidade, o total de nascimentos por dia ou mesmo com o número médio de parceiros sexuais de um cidadão típico".

O estudo divulgou o Top 20 de países que possuem pessoas com maior tamanho de pênis. Na liderança aparece o Sudão, terceiro maior país da África.


Confira o TOP 20

1. 17,95 cm - Sudão

2. 17,93 cm - RD Congo

3. 17,59 cm - Equador

4. 17,33 cm - República do Congo

5. 17,31 cm - Gana

6. 17,00 cm - Nigéria

7. 16,93 cm - Venezuela

8. 16,82 cm - Líbano

9. 16,75 cm - Colômbia

10. 16,65 cm - Camarões

11. 16,30 cm - Jamaica

12. 16,28 cm - Quênia

13. 15,99 cm - República Dominicana

14. 15,89 - Senegal

15. 15,87 cm - Cuba

16. 15,79 cm - Nova Zelândia

17. 15,78 cm - Zâmbia

18. 15,75 cm - Belize

19. 15,73 cm - Angola

20. 15,70 cm - Brasil


*correiodabahia

 
 

82 prefeitos eleitos em 2020 não chegaram a concluir o mandato, morreram antes. Se estivessem vivos findariam seus mandatos ainda este ano de 2024. A maioria dos chefes de executivos municipais morreram por motivos de saúde, embora a maioria por complicações decorrentes da COVID-19. Entretanto houveram outros casos de óbitos relacionados a acidentes de trânsito e assassinatos.

 

Francisco Adauto Rebouças Prates, de Ibiassucê; Emerson Mariani Dias, de Angical; e Herzem Gusmão Pereira, de Vitória da Conquista, fazem parte dessa lista e morreram antes de concluir o atual mandato. 

 

O caso de maior repercussão é do prefeito da capital paulista Bruno Covas (PSDB), vítima de câncer em maio de 2021. O político, que tinha 41 anos, estava no segundo mandato e comandava a Prefeitura de São Paulo desde abril de 2018 quando João Doria, também do PSDB, deixou o cargo para concorrer ao governo do estado. 

 

Com a morte de Covas, o comando da capital paulista passou para Ricardo Nunes (MDB), até então vice-prefeito. No cargo atualmente, o emedebista é pré-candidato à reeleição no pleito marcado para outubro deste ano. 

 

Outra capital com um registro do tipo é Goiânia. Maguito Vilela, do MDB, morreu aos 71 anos devido a complicações da Covid-19 em janeiro de 2021. Ele, que também foi prefeito de Aparecida de Goiânia (GO), deputado estadual, federal, senador e governador, foi acometido pela doença durante o pleito e venceu as eleições ainda internado. Maguito chegou a ser empossado do hospital, mas não resistiu e morreu antes de voltar para Goiás. A cidade passou ao comando de Rogério Cruz (Republicanos), eleito vice, que tentará a reeleição neste ano. 

 

Em novembro de 2022, o então prefeito de Lajeado do Bugre (RS), Roberto Maciel Santos, foi morto na sede do poder Executivo local. O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) denunicou 10 pessoas pelo assassinato e pela tentativa de homicídio do vice e de mais uma pessoa que estava no local.

 

Já em abril do ano passado, o prefeito Joseilson Borges da Costa, conhecido como Neném Borges, de São José do Campestre (RN), foi executado dentro de casa. Conforme o G1 informou em janeiro deste ano, o principal suspeito da morte foi localizado e preso em Guarulhos, no estado de São Paulo. 

 

Outro caso de execução é do prefeito de Madeiro (PI), José de Ribamar Araújo Filho (Republicanos), morto a tiros em 2021. O motivo do crime, segundo denúncia do Ministério Público, seria fútil, pois teria relação com desavenças políticas. O acusado, Felipe Anderson Seixas de Araújo, será levado a júri popular e ainda aguarda julgamento. 

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