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Atualizado: há 2 dias


Uma raposa foi vistas no sábado, dia 15, na Rua Paulino Mendes Lima, região central de Eunápolis, cerca de 100 metros da entrada do bairro Jardins sentido Vivendas Costa Azul. O animal silvestre estava deitado na calçada de uma casa quando foi fotografado por um morador.


A raposa-do-campo, raposinha-do-campo, jaguamitinga ou jaguapitanga (nome científico: Lycalopex vetulus), é um canídeo endêmico do Brasil, que habita os campos e cerrados. A ocupação do homem e o avanço das cidades em áreas de habitat natural de várias espécie de animais silvestres tem causado o desequilíbrio da fauna, ocasionando situações como esta, em que espécimes são flagradas fora do seu meio-ambiente.


Não há informações sobre o estado de saúde do canídeo e se os órgãos ambientais foram informados.


A Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) confirmou a primeira morte por Febre Oropouche no estado nesta segunda-feira (17). A paciente era uma mulher de 24 anos, moradora de Valença, cidade que fica a 123 km de Salvador.

 

A morte da jovem aconteceu em março deste ano, mas só foi divulgada nesta segunda, porque diversos exames precisaram ser feitos para que a causa do óbito fosse confirmada. Mais detalhes sobre o quadro de saúde da paciente não foram detalhadas.

 

Uma segunda morte por Oropouche está em investigação. O paciente tem 21 anos e o caso foi registrado em Camamu, cidade a 72 km de Valença.

 

De acordo com a Sesab, desde março já foram confirmados 691, em 48 cidades. As primeiras ocorrências foram em Laje e Valença, cidade onde o primeiro óbito foi registrado.

 

Até a última atualização da Sesab, a cidade de Gandu, no sul da Bahia, liderava a lista de registros, com 81 casos. A cidade de Amargosa aparecia com 66 registros positivos, seguida de Uruçuca, com 50.


bahianoticias


Quem lida com política certamente já ouviu aquela expressão: Ele já está no teto dele, não vai mais avante; não chega mais a lugar nenhum!


A linguagem para os entendedores do mundo político nada mais é que afirmar até onde uma pessoa pode ir no momento iminente de uma decisão eleitoral, ou seja, trocando em miúdos, não avança mais; não tende a crescer mais nada; estagnou ali; estacionou onde está, enfim, dado o período político o pretenso candidato chegou em seu teto.


O efeito teto político é fatídico e impõe limites a quem pensa que política é uma cachaça de esquina. Em resumo, na política de Eunápolis tem gente que será limitado pelo teto baixo e na eleição não vai passar de um casebre.


Olha o que eu tô falando!

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