Jovem de Eunápolis perde bebê na Bolívia e acusa polícia boliviana
- Redação

- há 10 horas
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Jhemily Dias Gonçalves, 21 anos, e o esposos, acusam policiais bolivianos de serem causadores da perda de um dos bebês que ela esperava e de apropriação de pertences pessoais de alto valor do casal em abordagem suspeita na região de fronteira. A jovem que afirma ter tido gravidez gemelar, com gestação de duas meninas, diz ter sofrido aborto de uma delas após episódio na fronteira entre o Brasil e o país vizinho, em abordagem na cidade de Porto Suarez no lado boliviano, fronteira com Corumbá no Mato Grosso de Sul; onde segundo ela, teria sofrido violência física por parte da polícia da Bolívia.
Casada com o boliviano, Emanuel Huayniota, a brasileira Jhemily é de Eunápolis no Extremo Sul da Bahia. Ela e o companheiro são casados e estudam medicina na Bolívia, além de serem proprietários de um restaurante naquele país.
As acusações são graves e carecem de uma apuração séria não só das autoridades bolivianas, mas do governo brasileiro, através de seus canais diplomáticos, por tratar-se de uma brasileira que alega ter sido vítima de violência policial em outro país com a perda de uma criança em gestação, ainda a denúncia de subtração de pertences pessoais de alto valor econômico.
Jhemily alega que saiu da Bolivia para fazer o acompanhamento e pré-natal da gestação no Brasil por entender que teria aqui mais recursos médicos, diante de uma gravidez que inspirava cuidados, mas jamais imaginaria que teria um aborto por ser vítima da policia boliviana.
A jovem afirma que passou por procedimentos médicos ainda na Bolívia para retirada dos restos da bebê gemelar natimorta no episódio, e ainda em São Paulo foi reavaliada por médicos, em seguida veio para Eunápolis, onde está junto a familiares. Jhemily passa por dificuldades finaceiras, e, alega que até as roupas dela e do esposo foram expropriadas ilegalmente pela polícia boliviana.
Assista a entrevista.

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